Secretaria Municipal da Saúde

Sábado, 21 de Fevereiro de 2026 | Horário: 18:22
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Carnaval de SP estimula a diversão, socialização e bem-estar de crianças e familiares

Com brincadeiras e fantasias, blocos infantis despertam o lado lúdico e contribuem para a criação de memórias felizes e de uma infância saudável
A imagem mostra uma cena alegre ao ar livre, de um bloco infantil de Carnaval em uma praça. No centro, há uma mulher sorridente com tatuagens nos braços, usando uma tiara preta com orelhinhas. Ao lado dela está uma criança vestida com uma fantasia colorida, segurando um guarda-chuva pequeno e com cores vibrantes como vermelho, azul, verde e amarelo. A criança também usa uma espécie de adereço na cabeça que combina com o clima festivo. Ao fundo, é possível ver várias pessoas, incluindo crianças e adultos, algumas também fantasiadas. Há um músico com um tambor, outras pessoas segurando instrumentos e um carrinho de bebê.

Tem confete, serpentina, bolha de sabão, banho de espuma, artistas em pernas de pau. Os blocos infantis ganham cada vez mais espaço na programação carnavalesca da cidade de São Paulo. Com muita música, eles estimulam a diversão e convivência, contribuindo para o bem-estar das crianças e seus familiares. Para garantir a segurança dos foliões, a Secretaria Municipal da Saúde mantém a estrutura com postos médicos, ambulâncias e bombeiros civis. 

Na manhã deste sábado (21), o bloco infantil Charanguinha do França embalou foliões de todas as idades. Filhote do tradicional Espetacular Charanga do França, os músicos de sopro e percussão tocam marchinhas e sambas no cortejo do Charanguinha pelas ruas da Vila Buarque, na região central da capital.

A pequena Gabriela, de seis anos, veio com os pais e avós para aproveitar a folia. “Meu marido sempre tocou no Charanga. E nós trazemos a nossa filha desde bebê no Charanguinha. Carnaval é cultura, música, lazer e alegria. E faz bem para a saúde mental de todos”, diz a jornalista Fernanda Martinez.

Já Flora, de cinco anos, conta que gosta de encontrar as amigas no Charanguinha. A socialização, aliás, é um dos pontos fortes da folia, de acordo com a sua mãe, Cristina Onone, arquiteta e tatuadora. “O Carnaval tem um lado lúdico com as fantasias, brilhos, cores. Essa alegria também alimenta a minha própria criança interior, que pode brincar e se divertir. Assim como eu tenho ótimas memórias de infância, quero que ela guarde lindas lembranças desses momentos”. 

De geração em geração
Criador do Charanga, o saxofonista Thiago França se inspirou na sua filha, Eva, para idealizar a versão mirim do bloco. “A ideia é promover um ambiente acolhedor, em que as crianças são as protagonistas e podem brincar, se divertir e conhecer um novo repertório musical”, explica. 

E foi justamente a música o que mais agradou Rebeca, de 12 anos, que veio para o bloco pela primeira vez. “Eu gostei da música”, conta. Ela veio acompanhada do primo Lorenzo, de 8 anos, e da mãe, a representante comercial Lia Perez. Foram os pequenos que escolheram as suas próprias fantasias. “Além da diversão, acho que o Carnaval é uma boa oportunidade para estimular a convivência e o respeito à diversidade”, destaca Lia.

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